“Não adianta tentar se explicar, meu amor. O que é mais importante fica sempre fora das linhas do papel, longe do nosso campo de visão; derrama suave nas entrelinhas, na ponta dos pés, sem chiado, ruído, barulho.
O mais importante sempre corre da banalidade, foge do script, apressa o passo para dar tempo de passar despercebido bem debaixo dos nossos narizes. E pior: quase nunca chegamos a realmente notar a sua presença.”
Isabel R.